Thaís Seganfredo Imagem: ilustração de “A Morte e o Meteoro”/ Shinya Kato Se Eduardo Galeano estivesse vivo, talvez se perguntasse para que servem as distopias, visto que é considerável o número de obras literárias que se voltam para esta temática no cenário contemporâneo. Em um panorama mundial no qual as democracias estão cada vez mais
direitos humanos
Thaís Seganfredo A aspereza dos traços de giz riscando o quadro negro prenuncia a reconstituição que se dá ao longo de um dos mais importantes documentários lançados recentemente no Brasil. Presas políticas durante a ditadura militar, mulheres como a fotógrafa Nair Benedicto e a presidenta Dilma Rouseff tentam ilustrar no quadro como era a Torre das
Laura Galli Foto: Lunara Na história de uma cidade, tempo e espaço parecem ainda mais próximos: é na cidade que podemos perceber os detalhes da vida cotidiana e ao mesmo tempo as repercussões de contextos mais amplos (do país e do mundo) no dia-a-dia das pessoas. Embora exista uma história de Porto Alegre considerada oficial,
Por Ronald Augusto* Todo mundo caiu de pau (e, em alguma medida, com razão) em cima do recém nomeado presidente da Fundação Cultural Palmares por causa de suas declarações e trollagens contra os movimentos negros. Por outro lado, e curiosamente, o antropólogo Antonio Risério há anos vem nos oferecendo a mesma qualidade de leviandades (só
Foto – Douglas Freitas/@alassderivas Mais de 2500 mulheres de 130 povos de todas regiões do país realizaram, em agosto, a Marcha das Mulheres Indígenas, em Brasília. Confira o manifesto final escrito pelas mulheres: “Nós, 2.500 mulheres de mais de 130 diferentes povos indígenas, representando todas as regiões do Brasil, reunidas em Brasília (DF), no período de
Fabiana Reinholz/ Brasil de Fato (com alterações) Tyane Leal/Nonada Foto Ravena Rosa/Agencia Brasil Mesmo pertencendo à maior parcela da população, uma vez que vivemos em um país no qual temos uma maioria de negros e mulheres, as mulheres negras permanecem sendo as mais prejudicadas socialmente, realidade que pode ser constatada nos dados que tratam do
por Fabiana Reinholz O artigo 231 da Constituição Federal determina que “são reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens. Que as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua
Reportagem: Fabiana Reinholz Foto: A kaingang Iracema Nascimento (Saberes Indígenas/Ufrgs) “Eu canto a dor /desde o exílio / tecendo um colar /de muitas histórias e diferentes etnias /(…) As pedras do meu colar / são história e memória / são fluxos de espírito / de montanhas e riachos / de lagos e cordilheiras / de
Reportagem: Thaís Seganfredo A noite deste domingo (26) foi de Elza Soares, mas foi também da comunidade negra da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Em sessão solene no Salão de Atos, a cantora recebeu o título de Doutora Honoris Causa, tornando-se a primeira artista negra a receber a homenagem no país. O
Reportagem: Bruna Fernanda Suptitz Fotos: Fabiana Reinholz Alexandro Cardoso, 39, é catador de materiais recicláveis em Porto Alegre e aluno do terceiro semestre de Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Nas duas últimas semanas, Alex, como é conhecido, acompanha a uma sequência de notícias sobre o corte de verbas a
Reportagem: Thaís Seganfredo Fotos: Luiz Munhoz/Fronteiras do Pensamento Treze de maio de 2019. Enquanto em todo o Brasil a data ainda é marcada pela invisibilidade de abolicionistas e intelectuais negros na luta pela abolição da escravatura, na UFRGS uma das maiores lideranças no ativismo pelos direitos humanos abria o Fronteiras do Pensamento 2019 em Porto
por Tiago Fedrizzi Há aproximadamente três meses, desembarquei em Vacaria, município do Rio Grande do Sul, para dar início ao trabalho de campo do projeto de pesquisa de mestrado no Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Rural (PGDR/UFRGS). Entre outros fatos, o trabalho pretende compreender e analisar o fenômeno de migração temporária de trabalhadores para a
Reportagem: Thaís Seganfredo Fotos: Douglas Freitas/Festipoa Literária Duas das maiores vozes intelectuais do país, Sueli Carneiro e Djamila Ribeiro abriram a 12ª Festipoa Literária na noite desta segunda-feira (29), em uma mesa de debate que propôs soluções para as questões sociais do país e abordou a obra de Sueli, homenageada deste ano. Ao lado da
Reportagem: Thaís Seganfredo Foto de capa:Fernando Silva/prefeitura de Maricá-RJ Tarde quente de abril. Na rua dos Andradas, uma das principais do centro de Porto Alegre, artesãos indígenas formavam uma fila de cestos de diversos tamanhos e cores, que anunciavam a chegada da Páscoa, período em que a cestaria indígena é bastante procurada. A alguns metros